O amor é um sentimento esquisito. Não vê cor, não sente cheiro, não mede tamanho, não tem idade, sexo e nem classe social. Enfim, todos podem amar. Cada um do seu jeito, é claro. Tem aquele amor de homem com mulher, de gente velha com gente nova, de gente rica com gente pobre, de alemão com africano, de japonês com americano. São tantos tipos, que se fossem escritos não caberiam nessa pequena página. Ah! Que fique bem claro: não existe só o amor carnal. Há também o materno, o paterno, o amor entre dois irmãos, dois namorados e aquele amor belíssimo que conhecemos por amizade.
Em meio a tantas coisas lindas, só uma cosia me entristesse: saber que uma pessoa é proibida de amar ou ter que desistir desse sentimento por ligar para o que a sociedade pensa. Deus fez o amor para todos. Então, quem somos nós para julgar as pessoas que amam de forma "diferente"?
Hellen Fink
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